A sua falácia vegana é

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Baseado no conteúdo das Perguntas Frequentes do /r/vegan

Título Problema Resposta
Animais Comem Animais, Assim Como Eu Porque lobos e outros predadores comem animais, e pelo fato de seres humanos também serem animais, é OK para nós humanos comermos animais. Outros animais não humanos fazem várias coisas que nós consideramos antiéticas; eles roubam, estupram, comem suas crias e engajam em uma série de outras atividades que não são e nem deveriam ser utilizadas como fundamentos lógicos para o nosso comportamento. Isso significa que é ilógico argumentar que nós devemos seguir a mesma dieta que outros animais não humanos possuem. Logo, é provavelmente inútil considerar o comportamento de jacarés, furões e outros predadores como modelos para o nosso próprio comportamento.
Dentes Caninos Fazem De Mim Carnívoro(a) Humanos desenvolveram dentes caninos para cortar carne, e isso demonstra que é natural e normal para nós comermos carne. Quando nós humanos comemos carne, nós não a cortamos com os nossos caninos. Em vez disso, nós cozinhamos a carne para amaciá-la e depois a cortamos com utensílios de cozinha específicos. Só então nós a mastigamos com os nossos dentes e, para isso, utilizamos nossos molares, dentes que são especialmente adaptados para alimentação herbívora.
Comer Carne É Natural Porque Somos Onívoro(a)s Humanos desenvolveram-se como uma espécie onívora, então comer carne é natural para nós. O argumento de que humanos são comedores de carne naturais é geralmente baseado no princípio de que nós temos a habilidade de digerir carne, ovos e leite. Embora isso seja verdade, isso não é tudo. Como onívoros, nós estamos fisiologicamente aptos a viver de forma completamente saudável com uma alimentação livre de derivados animais, o que é algo que seres humanos já vêm fazendo ao longo de toda a sua história e pré-história.
Plantas Estão Vivas A planta, um potencial ser pensante ou senciente, precisa ser morto para que seja comido, tal qual um animal. Não existe diferença entre as duas situações. Veganos têm como regra o princípio de não causar sofrimento a seres sencientes. Plantas não possuem nervos, muito menos um sistema nervoso central, e não podem sentir dor ou responder a estímulos ou circunstância de uma maneira deliberada (o que não deve ser confundido com as suas reações involuntárias). Diferentemente dos animais, as plantas não dispõem de capacidade ou potencial para experienciar dor ou outros sentimentos atribuídos aos animais sencientes, logo não existe o mesmo impedimento ético na alimentação de base vegetal.
Comer Ovos Não é Antiético Botar ovos é normal e natural para as galinhas e elas não sofrem ou morrem por isso. Logo, comer ovos não envolve nenhum problema ético. Alimentar-se de ovos contribui para a crueldade contra galinhas. Pintinhos machos são abatidos de várias formas ao nascerem pelo fato de não serem úteis para postura de ovos nem engordarem como os frangos de corte. As galinhas poedeiras sofrem a vida inteira: seus bicos são cortados sem anestesia, elas são mantidas em condições estressantes, espaços imundos e apertados e são abatidas quando param de produzir ovos numa escala aceitável.
Eu Estou No Topo Da Cadeia Alimentar Seres humanos estão no ápice da cadeia alimentar e, assim como qualquer outro ser na natureza, nós matamos e comemos os animais que estão abaixo na cadeia. Os termos “cadeia alimentar”e “rede alimentar” referem-se a um sistema natural ecológico pelo qual produtores em um habitat específico são comidos por consumidores no mesmo habitat. O termo “círculo da vida” não possui absolutamente nenhum significado em termos científicos. Em nenhum dos casos os termos fazem referência ao uso de animais para consumo humano, uma vez que humanos não existem como consumidores em um ecossistema onde gado, porcos, cachorros, peixes e outros animais são produtores.
Comer Carne É Minha Escolha Pessoal Comer carne é uma escolha pessoal tal qual a escolha de ser vegano, então todos deveríamos viver e deixar viver. Do ponto de vista da Ética, é geralmente aceito que o direito de escolha de um indivíduo termina no momento em que esta escolha passa a prejudicar o outro. Logo, ainda que o ato seja considerado costumeiro e legalmente aceito, matar e comer animais sem necessidade não é ético.
Comer Laticínios Não É Antiético Produzir leite é uma atividade normal e natural que não causa nem morte nem sofrimento à vaca. Logo, comer laticínios não é uma questão que envolve Ética. Sofrimento e morte são componentes necessários na produção de leite atual. Vacas são anualmente forçadas a engravidarem para produzirem leite, o que significa que mais de 200.000.000 (duzentos milhões) de filhotes são gerados a cada ano no mundo. As fêmeas são criadas para produzirem leite enquanto que os bezerros são acorrentados em pequenas celas onde sequer conseguem se virar, sendo mantidos assim até momento do abate para produção de carne de vitela, ainda em seus primeiros meses de vida.
Eu Apenas Como Carne Produzida Em Condições Humanas É importante que os animais sejam bem tratados, por isso eu só como animais criados em condições livres de sofrimento e abatidos de forma rápida e humana. É normal e saudável que as pessoa tenham empatia com os animais que comem, que se preocupem se eles vivem ou não felizes, e esperem que sejam abatidos de forma humana. No entanto, se é antiético maltratar estes animais, então também é antiético matá-los.
Veganos Não Obtêm Proteína Suficiente Veganos não obtêm proteína suficiente em uma dieta baseada em vegetais para manter uma saúde normal. Os seres humanos necessitam que 6% da sua dieta sejam compostos de proteína, apesar de a maioria dos médicos recomendar 9% por segurança. Muitos frutos secos e vegetais contêm proteína suficiente para satisfazer este requisito nutricional, portanto as dietas baseadas em vegetais providenciam níveis adequados de proteína para a saúde humana.
Os Veganos Também Matam Animais Os habitats são perturbados pelo cultivo de alimentos, e os animais são mortos durante a colheita, portanto, veganos também matam animais. De fato, as plantações perturbam os habitats de animais selvagens, os quais também são mortos no processo de colheita. No entanto, este argumento favorece uma dieta de base vegetal e não o contrário, uma vez que muito mais plantas são necessárias para a produção de uma certa quantidade de carne (por vezes numa proporção tão alta quanto 12:1), do que para a produção de uma quantidade igual de plantas para alimentação (cuja proporção é obviamente 1:1). Devido a isto, uma dieta de base vegetal causa menos sofrimento e morte do que uma que inclui animais.
Os Animais Não Importam Porque Não São Suficientemente Inteligentes Os animais não são tão intelectual ou emocionalmente sofisticados como os seres humanos e/ou não sentem dor da mesma forma que nós, portanto é aceitável matá-los e comê-los. Todos os animais podem ser intelectual e emocionalmente sofisticados relativamente à sua espécie, e muitos têm pensamentos e emoções mais complexos do que os das crianças ou dos deficientes mentais. Além disso, não é lógico ou imparcial negar considerações éticas a indivíduos que imaginamos que pensam ou sentem de uma forma diferente da nossa.
Usar Lã Não É Antiético A produção de lã é normal e natural para as ovelhas, e a sua extração não as prejudica ou mata. Portanto, usar lã não é um problema ético. A maior parte da lã provém de ovelhas tosquiadas em quintas industriais, onde são sujeitas a brutalidade, remoção de pregas de pele (“mulesing”), e abate bem antes do fim de sua expectativa de vida natural. Além do mais, as ovelhas na indústria da lã são alvo de reprodução seletiva. As que apresentam mais pregas na pele são selecionada por produzirem mais lã. Esta característica, no entanto, as torna mais vulneráveis à infestação por larvas de insetos parasitas e a ferimentos durante a tosquia. Por último, os carneiros são menos valorizados do que as ovelhas porque não produzem bebés. Por conta disso, são castrados sem anestésico ou abatidos para consumo de carne enquanto ainda jovens. Logo fica claro que que as ovelhas sofrem e morrem na indústria da lã, tornando o uso da lã um problema ético.
Os Veganos Não Conseguem Obter B12 Suficiente Os veganos não conseguem obter vitamina B12 suficiente para uma saúde adequada a partir de uma dieta baseada em plantas. Embora seja verdade que a B12 não seja produzida por plantas, ela também não é produzida por animais. De fato, a B12 é um subproduto de uma síntese bacteriológica que ocorre no solo, em material vegetal fermentado, carne morta e nos intestinos dos animais. Felizmente esta bactéria é agora facilmente produzida em massa para consumo humano e há muitas opções alimentares fortificadas com a vitamina B12. Portanto, não há necessidade de comermos animais para obtermos B12 suficiente.
Os Veganos Não Conseguem Obter Ferro Suficiente Os veganos não conseguem obter ferro suficiente para uma saúde adequada a partir de uma dieta baseada em plantas. O ferro é necessário para a produção de hemoglobina, uma proteína que transfere oxigénio dos pulmões para os tecidos. Há dois tipos de ferro absorvido pelo corpo: heme e não-heme. O ferro heme não é regulado pelo corpo, o que significa que é sempre absorvido, enquanto que o ferro não-heme é regulado pelo corpo e absorvido quando necessário. Ambos estão presentes na carne, mas apenas o ferro não-heme está presente em plantas e comidas fortificadas. Esta informação é importante porque um excesso de ferro pode ser tão perigoso como a sua deficiência, e apenas aqueles que comem carne ou suplementos de ferro estão em perigo de um excesso. Inversamente, uma dieta baseada em plantas integrais pode satisfazer de forma segura as necessidades do corpo.
Não dá pra ser 100% Vegano A filosofia do veganismo está errada porque não há como ser perfeitamente vegano.
O veganismo é a posição filosófica que sustenta que a crueldade para com seres sencientes, assim como sua exploração, é algo eticamente indefensável e, portanto, deve ser evitada sempre que for possível. Os próprios veganos afirmam que esta posição não é absoluta e também não alegam serem perfeitos. Em verdade, a acusação de que os veganos falham no veganismo porque não podem ser perfeitos vem de fora, de pessoas que não entendem o conceito do veganismo.
O Veganismo É Uma Dieta Da Moda A dieta vegana é uma nova moda que desaparecerá como todas as outras. O veganismo é a filosofia e modo de vida que procura excluir – tanto quanto possível e praticável – todas as formas de exploração e crueldade animal por qualquer razão, incluindo medicina, comida, vestuário, entretenimento dentre outras. Em termos alimentares o veganismo designa a prática de dispensar todos os produtos derivados total ou parcialmente dos animais. Para resumir, o veganismo é uma posição filosófica e não uma dieta.
Os Nossos Primeiros Antepassados Comiam Carne Humanos sempre comeram carne ao longo de toda a sua existência, portanto não há nada de errado em continuar a comer carne.
Existem muitas hipóteses sobre a comida que os nossos primeiros antepassados comiam, o efeito que tinha na sua saúde e os impactos evolucionários das suas dietas. No entanto, embora seja realmente fato que eles comiam outros animais, também é verdade que nem sempre o faziam, assim como é verdade que indivíduos, grupos e sociedades têm prosperado em dietas de base vegetal ao longo da história.
Educar Uma Criança Com Valores Veganos É Lavagem Cerebral Educar uma criança com valores veganos é uma forma de lavagem cerebral porque crianças são jovens demais para fazerem uma escolha informada sobre o assunto. Crianças têm direito a comer carne, portanto forçá-las a seguir um estilo de vida vegano é antiético. Pais são responsáveis pelo bem-estar físico de seus filhos pequenos e são também responsáveis por lhes dar aconselhamento ético. Os estudos apontam que uma dieta de base vegetal é saudável para pessoas de todas as idades, incluindo crianças. Portanto, pais veganos estão seguindo orientações nutricionais apropriadas. O veganismo é a posição filosófica de que usar animais para benefício humano é antiético, portanto os pais veganos estão simplesmente ensinando aos seus filhos compaixão através do veganismo, tal como qualquer pai ensinaria uma criança a ser bondosa.
Veganos Comeriam Carne Em Uma Ilha Deserta
Existem situações onde veganos comeriam carne se não tivessem escolha.
Este argumento propõe um cenário hipotético (comer animais em uma ilha deserta) como justificativa para um comportamento na vida real (comer animais no dia a dia). No entanto, esse exercício imaginário não representa uma situação plausível em que pessoas podem se encontrar nem diz nada a respeito da moralidade do vegano que responde ao tópico. Por esses motivos, essa conversa tende a não ser produtiva.
Humanos Morreriam De Fome Em Um Mundo Vegano Se parássemos de matar animais pela carne humanos morreriam de fome, pois não haveria comida para todo mundo. A escassez de comida é um argumento a favor do veganismo, não contra. À medida que a população mundial aumenta e mais pessoas passam a ter acesso à carne, menos comida se torna disponível no total. Isso acontece porque perdemos uma considerável quantidade de energia proveniente de colheitas, como as de soja e cereais, que usamos para alimentarmos os animais de criação antes de os consumirmos. Dependendo dos números em que você quer confiar e do tipo de animal que ingerimos, cada meio quilo de carne requer entre dois e sete quilos de alimentos para ser produzida. Ao adotar uma dieta à base de vegetais, as fazendas que atualmente cultivam esses alimentos para animais de criação seriam capazes de cultivar esses alimentos diretamente para as pessoas.
Ser Um Ambientalista Não-Vegano Já É O Bastante O veganismo não promove um impacto grande no planeta, então é bom o bastante ser um ambientalista sem precisar ser vegano. Entre 18% e 51% das emissões de gases do efeito estufa são diretamente atribuídas à respiração do gado, metano, manufatura de produtos animais e outras fontes relacionadas, isso comparado aos 13% de todos os meios de transporte no planeta combinados. O Agronegócio também utiliza e polui quase metade da terra disponível no planeta e é responsável por mais de 90% do desmatamento da Floresta Amazônica, além de ser o principal contribuidor para a destruição de habitat da vida selvagem e ser a causa primária da extinção de espécies e da criação de zonas mortas nos oceanos. Por fim, enquanto a perfuração para extração de petróleo e gás natural consome até 140 bilhões de litros de água doce anualmente somente nos Estados Unidos, a pecuária consome pelo menos 34 trilhões de litros de água doce anualmente.
Alimentação Vegana É Sem Graça As pessoas não vão se tornar veganas porque dietas de base vegetal são sem graça e pouco apetitosas. Muitas opções alimentares já são veganas, tais como pão, massa, arroz, frutas, vegetais etc. Todos esses alimentos podem ser preparados de várias maneiras e outros pratos podem ter suas próprias versões veganas através de simples substituições de ingredientes. Além disso, muitas culturas possuem longas e saborosas tradições culinárias à base de plantas as quais são uma boa oportunidade para veganos expandirem seu gostos alimentares. Logo, mudar para uma dieta de base vegetal não significa perder boas experiências gastronômicas e, sim, desenvolver novos hábitos e descobrir novas preferências.
Nossas Tradições Permitem Ou Exigem Comer Carne Porque minha cultura ou tradição permite ou exige que eu coma carne, eu sou moralmente livre ou obrigado a fazer isso. É fácil confundir cultura e tradição com ética, mas essas são coisas separadas, e é importante as entendermos dessa maneira. Houve um tempo em que manter escravos era culturalmente aceitável, mas mesmo assim, não era ético. Em algumas partes do mundo, mutilação genital feminina é um procedimento não-médico tradicional, mas não é ético. Essas são apenas duas das várias razões do porque é problemático igualar práticas culturais e tradicionais a comportamentos éticos.
A Minha Religião Permite Comer Carne A minha religião é o meu guia moral, e me dá o direito de comer carne.
Há muitas religiões com muitos ensinamentos diversos sobre o tópico de comer carne. Em algumas, há proibições contra comer certos animais. Em outras, é permissível sacrificar animais e comê-los. No entanto, é importante lembrar que uma permissão religiosa não é o mesmo que um imperativo religioso. Por outras palavras, só porque a sua religião lhe permite comer carne, não significa que exija que você o faça.
Não Preciso Ser Vegano Para Amar Os Animais
Amo os animais o suficiente para tratar bem deles enquanto estão vivos, mas também penso que às vezes eles têm de ser mortos para servirem os meus propósitos. Portanto não há conflito entre amar animais e matá-los.
Para poder comer carne, um amante dos animais tem de estar confortável com a violação sexual de vacas, porcas, ovelhas, cabras, e outros seres por inseminação artificial. Para poder beber leite, um amante dos animais tem de estar confortável com a separação da mãe vaca do seu bezerro e com a criação desse bezerro num pequeno espaço com grades durante os poucos meses que lhe permitem viver. Para comer ovos, um amante dos animais tem de estar confortável com a trituração e asfixia de bilhões de pintinhos machos por ano, porque os machos não são úteis à indústria dos ovos. Nenhuma destas coisas é um ato de amor.
Comer Mel Não É Antiético Fazer mel é uma atividade normal e natural que não causa sofrimento ou morte a abelhas, portanto comer mel não é um problema ético. Abelhas possuem uma inteligência extraordinária, capacidades de tomar decisões e até linguagem especializada. Elas também sentem dor. Isto significa que abelhas são indivíduos pensadores cujas necessidades e desejos são usurpados para o nosso benefício quando consumimos mel. Isto também significa que as abelhas sofrem quando o mel lhes é retirado.
Tornar-se Vegano É Muito Difícil Tornar-se vegano é muito difícil e complicado para a pessoa comum, portanto não é razoável esperar que as pessoas possam tornar-se ou se tornem veganos. Como o veganismo é a posição filosófica de que prejudicar os animais é errado, tornar-se vegano significa mudar a sua vida de formas que minimizem esse dano. A forma mais importante para o fazer é remover produtos animais da sua dieta. Outra forma importante é parar de usar produtos animais tais como pele e lã. Outra é evitar entretenimento que envolva animais, tais como circos e zoológicos. Mas embora estas ideias possam parecer uma tarefa enorme quando vistas em conjunto, não precisam de ser implementadas ao mesmo tempo. A maior parte dos veganos fazem uma transição para o veganismo lentamente, fazendo mudanças incrementais nas suas vidas, ao longo do tempo, que são facilmente integradas. Você pode fazer isto, também.
Tornar-se Vegano Não Faz Diferença Nenhuma Tornar-se vegano causa pouco ou nenhum impacto no mundo, portanto porquê dar-nos ao trabalho de o fazer? É verdade que as mudanças sociais em larga escala raramente acontecem como resultado dos esforços de uma pessoa. Ao invés disso, estas mudanças acontecem quando um número suficiente de pessoas começa a viver alinhado com os valores que partilha. No caso dos veganos, há cada vez mais pessoas a viver as suas vidas com compaixão, e cada uma delas está a contribuir para um mundo mais compassivo. Desta forma, o movimento dos direitos animais não é diferente dos movimentos do sufrágio feminino e da igualdade racial, que foram desencadeados por muitos indivíduos que tinham em comum os ideais da compaixão, paz, e justiça social.
Comer Animais Não Causa Doenças A criação de animais e a alimentação baseada em animais não causa nem promove doenças nos humanos. Muitas doenças humanas provêm diretamente dos animais. Por exemplo, porcos e aves transmitem gripe; porcos e cães transmitem tosse convulsa; e vacas transmitem tuberculose, varíola e varíola das vacas (vaccinia). Portanto, quando criamos e comemos animais, aumentamos o nosso risco de exposição a estas e a outras doenças. Além disso, plantas contaminadas por esterco proveniente da pecuária podem ser vetores de salmonella, sendo esta a principal via pela qual o espinafre, a manteiga de amendoim e outras comidas à base de plantas entram em contato com a bactéria.
Precisamos Testar Em Animais Precisamos testar cosméticos, medicamentos e outros produtos em animais para nos certificarmos de que são seguros para os humanos. A consideração ética primordial que devemos abordar quando examinamos a necessidade de vivissecção é o direito dos animais de serem livres de experimentação para propósitos humanos e o valor dos testes que são efetuados com os seus corpos. No caso dos testes de cosmética, é tanto egoísta como cruel continuar a insistir que os animais sofram e morram em nome da vaidade. Um argumento semelhante pode ser usado para os produtos de limpeza, que não são necessários para a vida humana. Além disso, há muitas alternativas eficazes que podem e devem ser usadas em vez de testes em animais, tanto para cosméticos quanto para produtos de limpeza.
Eu Honro Os Animais Que Como Eu honro os animais que como com minhas práticas de caça, ou minhas práticas de pecuária, ou simplesmente ao entender que estou comendo seres sencientes que sacrificaram as suas vidas para que eu possa continuar vivendo. A prática do sacrifício animal tem as suas raízes na história antiga, quando ela existia como um meio de interagir com o mundo dos espíritos para benefício de uma pessoa ou de uma comunidade. O ato de sacrificar estes animais tinha conotações espirituais, e os próprios animais sacrificados eram vistos como seres que davam as suas vidas em nome da humanidade. Esta psicologia ainda se aplica a pessoas que comem carne que vêem os atos de caçar e de criar animais como contratos espirituais, que vêem a matança destes animais como um sacrifício, e que vêem os produtos derivados da matança como oferendas do animal morto.

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